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4 de abril de 2011

Música na idade adulta

“Se eu não fosse um físico, eu seria provavelmente um músico.” 
Albert Einstein (1879-1955).


Além de ser um remédio para o estresse diário e uma terapia ocupacional para toda a vida, tocar um instrumento musical pode revelar surpresas muito agradáveis. A linguagem musical exprime emoções, nos leva de volta à adolescência, à infância, trazendo de volta momentos saudosos. Além disso, um instrumentista, quando toca, sempre atrai outras pessoas, portanto, afasta de si o mal do século: a solidão.

Segundo o consultor de recursos humanos Hélio Castro, diretor da Horton Internacional, que faz seleção de executivos, o que se busca hoje no mercado de trabalho são pessoas equilibradas. “Valorizamos a pessoa como um todo. A música, mesmo como hobby contribui para este perfil. Posso dizer que valorizo o currículo de um candidato que tenha música, pelos aspectos de equilíbrio e sensibilidade que sugere”.
 O mito de que só se aprende a tocar começando em tenra idade justificava-se quando a expectativa de vida das pessoas era de 30 a 40 anos. Hoje, a evolução da tecnologia e da metodologia do ensino musical disponibiliza uma diversidade de instrumentos e formas de ensinar muito mais eficientes do que as utilizadas há tempos atrás. Portanto, os anos a mais só acrescentam responsabilidade e disciplina, o que é muito bom.
O aprendizado de um instrumento na idade adulta não visa formar virtuoses, mas formar  pessoas que querem ampliar os horizontes do seu lazer cotidiano, usufruir do prazer que a música proporciona, ou ainda aumentar a sua percepção do mundo. É verdade, a música é um idioma global. Uma partitura é lida da mesma forma no Brasil, na França, na Inglaterra, no Japão, no Canadá...


Por: Mônica Vieira
engenheira, professora e musicista

Um comentário:

Rejane de Fátima Pedrosa Ramos disse...

Peguei teu link e o levei para:http://seletamusicas.blogspot.com/
meu outro Blog
Bjs

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